Força Feminina no Programa Chão e Paz

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No mês de junho a Unidade Força Feminina concedeu uma entrevista ao Programa Chão e Paz, da Arquidiocese de Salvador. O Programa vai ao ar no próximo dia 14/07.

Neste Programa é apresentado a história da Unidade Força Feminina,assim como as ações que vem sendo desenvolvidas, os avanços e os desafios que a realidade apresente. Ir. Pilar concede entrevista e fala da presença Oblata na cidade de Salvador e Fernanda Priscila fala das ações da Unidade e do compromisso com as mulheres em situação de prostituição. Também participa da entrevista uma das mulheres atendidas pela Unidade e fala dos desafios enfrentados no cotidiano.

No ano de 2010, quando a Unidade comemorou 10 anos de presença na cidade de Salvador enquanto sede o Programa já feito uma reportagem e neste ano de 2014, ou seja, quatro anos depois retorna para falar da Unidade e das ações. Este retorno demonstra o compromisso e a credibilidade da Pastoral de Comunicação com o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Unidade Força Feminina.

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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