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Novembro Negro

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Nos dias 24 e 25 de novembro no Força Feminina, aconteceu a reflexão acerca do Dia da Consciência Negra em que foi marcada por duas oficinas: Corpo e Turbantes.
A Oficina de Corpo contou com a participação da pedagoga Ivana Sena e da dançarina e coreógrafa Tatiana Campêlo que fazem parte da Rede de Mulheres Negras da Bahia. A primeira refletiu a importância do reconhecimento feminino na luta pela igualdade racial, além de abordar como os corpos das mulheres eram utilizados há séculos atrás e como são vistos e utilizados hoje. Refletiu sobre a autoafirmação e autoestima que todas as mulheres precisam construir diariamente para evidenciar o “poder” que trazemos em nós e com isso conseguir enfrentar muitas barreiras ainda existentes na sociedade. Ainda neste dia Tatiana Campêlo realizou uma aula de alongamento e dança afro com as mulheres.
 No segundo dia a assistente social Joice Cristina realizou a oficina de turbantes. Em sua fala destacou a importância da autoafirmação enquanto negra em uma sociedade racista.
A seguir, produziu os turbantes juntamente com as mulheres; era perceptível depois de colocarem os turbantes e maquilagem a satisfação e o “poder” em que elas se olhavam no espelho. 

 

 

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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