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ONU LANÇA PROJETO CONTRA O MACHISMO PARA O VOLTA ÀS AULAS



Todos os dias 25 do mês, a ONU tem o Dia Laranja, voltado para alertar a necessidade de falas sobre a violência contra mulheres e meninas. É imperativo que as pessoas saibam como prevenir e eliminar esse mal. O laranja representa um futuro sem essa violência, pois é uma cor “vibrante e positiva”. Agora, no dia 25 de janeiro, o Dia Laranja foi voltado ao volta às aulas.
A ONU Mulheres usou o dia para relembrar “a importância de promover a prevenção da violência contra mulheres e meninas nas instituições de ensino, como as escolas e universidades, por se tratarem de espaços voltados para a formação integral de meninos e meninas, homens e mulheres, para o exercício da cidadania e a promoção de mudanças sociais”.
A violência escolar e o bullying são realidades que atingem milhões de jovens em todo o mundo. De acordo com a UNESCO, essas formas de violência e abuso que ocorrem nas escolas são impulsionadas por preconceitos, com “dinâmicas de poder desiguais, que muitas vezes são reforçadas por normas e estereótipos de gênero, orientação sexual e demais fatores que contribuem para a marginalização – como pobreza, identidade étnica ou idioma”.
Uma das formas de prevenir a violência contra a mulher nas escolas é garantir uma educação que discuta os papéis de gênero na sociedade e ter profissionais que falem sobre o assunto em classe e ensinem os alunos sobre igualdade de gênero.
Sabendo disso, a ONU Mulheres elaborou um plano de aulas para conscientizar professores e alunos sobre as diferenças de gênero. As aulas abordam os temas: Sexo, gênero e poder; Violências e suas interfaces; Estereótipos de gênero e esportes; Estereótipos de gênero, raça/etnia e mídia; Estereótipos de gênero, carreiras e profissões: diferenças e desigualdades e Vulnerabilidades e Prevenção.

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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