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Antiprincesas: mulheres reais que inspiram novas gerações

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Frida Kahlo, Violeta Parra, Juana Azurduy e Clarice Lispector são os rostos da coleção infantojuvenil Antiprincesas. Como é que estas mulheres ajudaram a mudar o mundo? Vem descobrir.
Quatro mulheres. Quatro heroínas. Quatro histórias inspiradoras. São estes os ingredientes que compõem a coleção Antiprincesas, originalmente publicada pela editora argentina Chirimbote, no Brasil pela editora e distribuidora Sur Livro, é destinada a “meninas e meninos”.
As protagonistas são a pintora mexicana Frida Kahlo, a cantora e artista chilena Violeta Parra, a militar boliviana Juana Azurduy e a escritora e jornalista brasileira Clarice Lispector.
Cada uma destas “mulheres reais” terá como missão, no volume da coleção infantojuvenil ao qual dá nome, mostrar como derrubou barreiras no seu tempo e espaço, ajudando no combate às desigualdades sociais e aos estereótipos que crescem junto das camadas mais jovens.
A grande responsável por esta iniciativa é a jornalista argentina Nadia Fink. Os seus textos são suportados pelas ilustrações do também argentino Pitu Sáa.

Tens a certeza que já sabes tudo sobre estas antiprincesas? Conheces as suas histórias, as suas lutas e o modo como mudaram o mundo? Vem connosco. A viagem vale a pena.

“Contamos histórias de mulheres. Porquê? Porque conhecemos muitas histórias de homens importantes, mas poucas de mulheres. Conhecemos algumas histórias de princesas, é verdade, mas quão longe da nossa realidade estão essas personagens que vivem em castelos enormes e frios? Há muitas mulheres na América Latina que derrubaram os padrões da sua época, que não se resignaram a desempenhar as funções que a sociedade lhes impunha e seguiram o seu próprio caminho.”
– Editora Argentina Chirimbote

Fonte: Revista prosa, verso e arte

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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