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Visita do Governo Geral

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“Falar da missão nos une” Irmã Roseli



Foi com essa expressão que a visita do Governo Geral das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor representado pelas Ir. Julita Nunes e Ir. Roseli Consoli esteve em Salvador e confirmou a plenitude que nossa ação desenvolve em cada um dos 15 países que está presente, para acolher, atender e escutar as mulheres em situação de prostituição.



A visita ocorreu na manhã do dia 05/06/2017 com o objetivo de conhecer a realidade do Projeto Força Feminina e seus desafios, mas também de aprendermos a sonhar e a partir deste sonho buscar a melhor maneira de realizá-lo.

Esta entidade religiosa busca com o carisma social, político e cultural transformar vidas juntando pequenos sonhos e partilhando através da sensibilização social e/ou de ações diretas em prol destas mulheres. Então… aqueles que estão engajado nesta missão como os leigos, os colaboradores, os parceiros não poderão perder de vista esse carisma que a anos perpassam nos nossos projetos e faz toda a diferença.

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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