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Projeto Força Feminina na Marcha das Mulheres – 8 de março em Salvador

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“MULHERES: VIVAS, LIVRES E RESISTENTES”

O Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata – marcou presença na Marcha das Mulheres do último dia 08 de março em Salvador.

A concentração aconteceu na Praça da Sé – Pelourinho (espaço que traz grande significado ao PFF, por ser este lugar território dos nossos atendimentos) com destino ao Campo Grande.

Faixas e cartazes exigiram respeito as mulheres, igualdade de gênero, e gritavam: não à violência e ao feminicídio.

O ato foi marcado por diversas homenagens a Marielle Franco.


Marielle Vive:

“Negra, mãe e cria da favela da Maré.
Socióloga com mestrado em Administração Pública.
Foi eleita Vereadora da Câmara do Rio de Janeiro pelo PSOL, com 46.502 votos.
Foi também Presidente da Comissão da Mulher da Câmara.
No dia 14/03/2018 foi assassinada em um atentado ao carro onde estava.
13 Tiros atingiram o veículo, matando também o motorista Anderson Pedro Gomes.
Quem mandou matar Marielle mal podia imaginar que ela era semente, e que milhões de Marielles em todo mundo se levantariam no dia seguinte.”

SOMOS RESISTÊNCIA!

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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