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Dias das Mães no Força

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 “Quando você se amar da forma que merece, ninguém que se chegar a ti, terá a audácia de te amar menos que isso.Autor desconhecido



Foi realizado em 08/05/2019 na sede do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata a celebração em comemoração ao Dia das  Mães.

Uma tarde de reflexão sobre maternidade e autocuidado. Neste momento muito rico e profundo, discutimos sobre a importância de estarmos bem para assim poder cuidar de outras pessoas. Discutimos também sobre a diferença entre autoamor e egoísmo. Pensando egoísmo como toda e qualquer ação que se faz para alimentar uma falsa identidade de superioridade, querendo passar por cima de qualquer pessoa ou situação apenas para satisfazer a necessidade de ser melhor. Já o autoamor prioriza o respeito ao que se sente e seguindo as suas necessidades com verdade mútua e reciprocidade, sem prejudicar a ninguém em uma competição desnecessária.


Sendo assim, saímos deste encontro com a certeza da importância do  Autocuidado,  não sendo somente a ideia de “cuidar de si mesmo”, mas, de educar a si mesmo e fazer escolhas que contribuam para seu bem-estar, a longo prazo.


Muito Obrigada a todas!

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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