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Por mais dias assim…

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Ocorreu no dia 30 de maio de 2019 o seminário Feminismos e Prostituição: A Força da Mulher nos seus Espaços de Atuação no Centro Cultural da Câmara de Vereadores do Salvador, uma ação desenvolvida pelo Projeto Força Feminina – Rede Oblata.


Foi um dia de muito aprendizado e troca de experiência com os assuntos em pauta que foram a Prostituição e o Feminismo.



Foram duas mesas temáticas que contou com a participação pela manhã de Fabiana Santé e Fernanda Priscila, ambas trazendo aspectos marcantes sobre a prostituição, como: estigmas, violações de direitos, escolhas/oportunidades, rede de atendimento, respeito a história de vida e educação popular.



Pela tarde contamos com o brilho de Laina Crisóstomo e Laíse Neres explanando sobre feminismo negro, mulheres e direitos humanos. Elas expressaram como é difícil ser mulher negra em uma sociedade voltada de machismo, sexismo, preconceitos e patriarcado. 


E para fechar com “Chave de Ouro” tivemos a presença de Rebeca Tarique cantando um repertório cultural  com participação de Rose Cristiane no violão. 



Agradecemos a todos e todas envolvidos (as) que fizeram deste dia grandioso. 

ESSE FOI SIM UM DIA DE MANIFESTAÇÃO E LUTA!” 

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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