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Até quando?
“Fui agindo pelo meu impulso mesmo… [impulso] de homem”, disse o funcionário de um hotel que fez uma cópia da chave do quarto da hóspede para estuprá-la e calculou todo o ato.
O caso aconteceu nesse hotel Íbis em Paulínia, no interior de São Paulo. Tudo teria começado com uma briga entre um casal de hospedes. Testemunhas dizem que o casal começou a se desentender enquanto bebia no bar do hotel. Depois do desentendimento, o homem trocou de quarto e deixou a namorada sozinha. Foi ai que entrou em cena o atendente do hotel, Paulo Henrique Marciano. 
Para a polícia, Paulo Henrique contou que fez uma cópia da chave do quarto em que a mulher estava hospedada. Depois que ela ficou sozinha, o atendente chegou a ir ao quarto para saber se ela estava precisando de algo. Mas quando terminou o turno de trabalho ele voltou ao quarto com outras intenções.
Com a ajuda das imagens feitas pelo circuito de segurança do hotel, a polícia prendeu Paulo Henrique em flagrante. Na delegacia, o rapaz tentou contar outra história. Admitiu que fez sexo com a moça, mas alegou que ela teria consentido. Só que depois de ver as gravações, ele admitiu o estupro.
Veja o vídeo no link abaixo: 

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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