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Equipe do Força Feminina realiza monitoria

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Nos dias 09 e 10 de julho a Unidade Força Feminina esteve reunida para rever as ações do primeiro semestre. O momento de reflexão-ação-reflexão foi um momento de constatações constatação importante acerca da ação junto com as mulheres.
O avanço das mulheres é visível nas atividades realizadas durante o semestre.  Dentre elas destaca-se:
– Acompanhamento hospitalar (qualidade e empenho)
– Mulheres das abordagens se aproximando da Unidade
-Realização do Posto do Atendimento em dos locais de abordagem garantindo atendimento as mulheres de forma mais integral, com recolhimento de dados (nome, contato telefônico entre outros)
-Maior aproximação nas abordagens realizadas em alguns locais, com construção de vínculo em um dos bares que possibilita aproximação às mulheres.
-Considerando a estimativa de 120 mulheres com redução das violações de direitos, e que estamos no meio do ano, atingimos 80%.
-Crescimento no número de encaminhamentos
-Crescimento no número de mulheres na sede
-Crescimento no número de atendimentos individuais
-Interesse e comprometimento das mulheres nas atividades na Unidade, buscando atividades pela percepção dos objetivos da mesma
Considerando o indicador de 150 mulheres beneficiadas pelas instancias parceiras e o número de 128 mulheres atendidas na Unidade, sem contar com as mulheres acompanhadas nas abordagens que não comparece a Unidade, considera-se eficaz esta ação.
Em relação a 40 instituições ou sujeitos que passam a favorecer os direitos das mulheres, só nesse semestre estivemos articulados com 29 Instituições sem contar as 14 reuniões de articulação e mobilização que a Unidade participa.
Considerando o indicador de 20 mulheres com direitos efetivados, percebemos que já alcançamos considerando as 12 mulheres que até o presente momento conquistam suas casas, 123 encaminhamentos para a rede socioassistencial.
Para além das ações com as mulheres a equipe de trabalho contou com espaços formativos com os seguintes temas:
·    Lei Maria da Penha
·    Tráfico de pessoas: Exploração de gênero no desenvolvimento do turismo
·    Seguridade Social
·    Globalização e Sociedade
·    Políticas Públicas com Fernanda Lins
·    Mobilização Social
Além disso, temos a participação no curso de Educadores Populares em Brasília, Encontro da Rede Oblatas com o tema Estrutura da Prostituição e Tráfico  e participações em Seminários.
Em relação ao indicador de 500 socializações dos conhecimentos produzidos, somente no seminário Mulheres rompendo silêncios e denunciando violências tivemos a presença de 120 pessoas que receberam materiais produzidos pela unidade;
– distribuição de materiais da Unidade para 30 pessoas no encontro Diálogo de Saberes no Ministério Público
– 06 edições do Compartilhai lançado por redes sociais, e-mails e site.
– 300 folhetos distribuídos no Ato Contra a Violência Sexual
– Distribuição de 70 cartilhas na Faculdade de Direito da UCSAL
– Cerca de 40 alunos de faculdades que receberam materiais na sede da Unidade.
– 30 pessoas beneficiadas em um momento de apresentação da Unidade com distribuição de materiais (Missionários italianos). 

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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