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Teatro e Música são destaques na celebração de Páscoa com as mulheres do Força Feminina

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Em clima de fraternidade e renovação, a Unidade Força Feminina celebrou com as mulheres a Festa da Páscoa, que foi marcada por dramatizações teatrais e música.
Inspiradas numa reflexão do Pe. Adroaldo Palaoro, SJ, sobre a Ressurreição de Jesus, a dinâmica da celebração consistiu na encenação da experiência dos três personagens que foram protagonistas diante do túmulo vazio: Maria Madalena, Simão Pedro e João, o discípulo amado.  Três mulheres representaram cada uma desses personagens, que expressam diferentes sentimentos e atitudes diante do acontecimento da morte e ressurreição de Jesus Cristo.

A ausência do corpo de Cristo no sepulcro despertou reações diferentes:
– Maria Madalena se precipitou e não conseguiu pensar na ressurreição como uma possibilidade. Simão Pedro inspecionou o sepulcro, mas não conseguiu tirar conclusões, no entanto João reconheceu pelos sinais, a beleza e o mistério: Cristo ressuscitou.
A partir dessa experiência vivencial cada mulher foi convidada a refletir:
– Que sinais de ressurreição eu percebo em minha vida?  A partilha garantiu interação e expressão de belos sentimentos das mulheres, onde se percebeu a importância da espiritualidade na vida de cada uma delas em falas como:
“Jesus está presente sempre em minha vida,                                                           me guia e o sinal maior é a presença do Projeto na nossa vida!”






Nesse sentido, no encontro umas com as outras e no encontro consigo mesmas acontece o encontro com o Sagrado, com o Mistério.  A beleza se encontra nessa diversidade onde cada uma faz a experiência. E é nesse caminho de fé, que os sinais de ressurreição se mostram presentes, porque “a verdadeira Páscoa não acontece ao lado do sepulcro. Ela acontece quando os corações começam a pulsar de novo com um novo ritmo de vida e de esperança” (Pe. Adroaldo Palaoro sj).

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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