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Mulher é morta a facadas na frente dos próprios filhos em Itabela; ex-companheiro é o suspeito

Crime aconteceu na noite da segunda-feira (19). A vítima foi à delegacia prestar queixa, mas ao retornar foi morta


Juliana Menezes Costa, 25 anos, foi morta com golpes de facão e facadas na noite da segunda-feira (19) na frente dos próprios filhos, uma criança de cinco e outra de três anos. O crime aconteceu em Itabela, que fica no Extremo Sul da Bahia. O ex-companheiro dela, Tancredo da Gama, 47 anos, é o suspeito do assassinato.
Segundo a polícia, a vítima tinha ido à delegacia prestar uma queixa contra o Tancredo, devido às agressões que sofria do companheiro. Ao chegar em casa, ela foi surpreendida com os golpes e foi morta. Ainda de acordo com a polícia, Tancredo teria assassinado a ex-mulher, porque não aceitava o término do relacionamento. 
O casal não morava na mesma casa há quase um ano e tiveram uma filha de três anos, durante o relacionamento. A outra criança, de cinco anos, que morava com Juliana, era de outro relacionamento. As crianças estão com a família. 
Tancredo da Gama é cigano e morava em Guaratinga, cidade próxima de Itabela, no Extremo Sul, e fugiu após o crime. Ele é conhecido também como “Boca”. A polícia está à procura do suspeito, mas ninguém foi preso. 
O corpo da vítima foi liberado e o enterro, estava marcado para acontecer na tarde da terça-feira (20) em Itabela. 

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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