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Arma usada para matar adolescente em Itapuã é de uso restrito da polícia

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Principal suspeito, ex-namorado da jovem é filho de PM e está foragido
 
 
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) esteve na casa de Adriel na última quinta-feira (20) para cumprir um mandado de busca e apreensão. Agora, a polícia investiga se o equipamento de gravação de imagens do sistema de monitoramento da casa foi removido antes do crime, no dia 17 de abril, ou depois.
Familiares e amigos de Andrezza fizeram nesta terça (25) um protesto em frente à sede do DHPP pedindo mais rapidez na investigação. Policiais do departamento receberam o grupo.
A polícia pede que quem reconhecer Adriel e tiver informações dele que possam auxiliar também, poderá encaminhá-las pelo Disque Denúncia, no telefone (071) 3235 – 0000. O sigilo é garantido.
Crime
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o crime aconteceu na noite desta segunda-feira (17), na Rua do Bispo, em Nova Brasília de Itapuã, e, desde então, Adriel não é visto no bairro. A polícia afirma que eles namoraram por dois anos, mas que Adriel não aceitava o fim do relacionamento. Andreza foi vista com vida pela última vez quando deixou o colégio para ir até a casa do ex-namorado, por volta das 17h30.
“Eu estava voltando da caminhada que faço diariamente na orla, quando vizinhos meus ligaram avisando. Foi um choque para mim”, lembrou Márcio. O pai de Adriel, que é PM, foi quem socorreu Victória depois que ela foi baleada na varanda da casa. Segundo a Polícia Civil, Adriel foi preso em 2014 por porte ilegal de arma. A jovem foi enterrada, sob forte comoção, na tarde desta terça-feira (17), no Cemitério Bosque da Paz.
Fonte: Correio da Bahia

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As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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