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Virou tradição!

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O Projeto Força Feminina realiza todos os anos a Reza de Santo Antônio junto com as mulheres atendidas e em 2017 não poderia ser diferente.

Padroeiro dos namorados. Sua popularidade advém do fato de ele ser considerado pela tradição como santo casamenteiro, mas o Santo também é adorado para que possamos pedir as mais diversas graças e também agradecer pelas já recebidas.  


Na tarde de 13 de junho, dia do Santo, foram realizadas homenagem através de cânticos, apresentações dos principais milagres, simpatias e a tradicional distribuição do pãozinho de Santo Antônio, que segundo a tradição, caso colocado na farinha de mandioca trará fartura para sua vida, além de nunca lhe faltar o alimento do dia-a-dia.
Este tem sido um momento rico em aprendizado e espiritualidade. Na demonstração de fé dessas mulheres é possível perceber a importância de fortalecer o espírito através de celebrações como estas.

Que o próprio Santo Antônio realize os pedidos de todas elas com muito amor e carinho!


E Viva Santo Antônio!!!!

Viva!!!!

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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