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“Pensar nos triunfos apesar dos problemas” Sheila Walker

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Para empoderar e fortalecer a reflexão sobre as situações de vulnerabilidade social das mulheres, foi criado, o Dia da Mulher Afro-Latino Americana e Caribenha, comemorado em 25 de julho. 
Para comemorar essa data o Núcleo de Gênero do Coletivo de Entidades Negras (CEN), entidade nacional do movimento negro, em parceria com a Sepromi – Secretaria de Promoção da Igualdade e a SPM-Secretaria de Politicas para Mulheres, recebeu em Salvador a antropóloga norte-americana Sheila S. Walker, diretora-executiva da Afrodiáspora, Inc., organização sem fins lucrativos que cria documentos e materiais didáticos sobre a Diáspora Africana Mundial. O evento ocorreu no Museu de Arte da Bahia (MAB), no Corredor da Vitória.

Sheila Walker apresentou seu trabalho “Imagens empoderadoras de mulheres negras: da pré-história à diáspora africana de hoje”, com projeção de imagens para mostrar como a mulher pré-histórica mudou a maneira de compreender as origens do ser humano na África e de mulheres negras que influenciaram a história e cultura humana.

O Projeto Força Feminina marcou presença neste momento de reflexão e busca por mais conhecimento. 


Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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