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Morre Maria Lúcia Pereira, líder do Movimento de População de Rua da Bahia

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Velório será realizado às às 10h de quinta (26), na Sede do Movimento Nacional População de Rua, no Pelourinho, e enterro acontece às 16h, no cemitério Campo Santo.

Por G1 BA
 

Maria Lúca morreu nesta quarta-feira (Foto: Reprodução/G1 Bahia)Maria Lúca morreu nesta quarta-feira (Foto: Reprodução/G1 Bahia)

Maria Lúca morreu nesta quarta-feira (Foto: Reprodução/G1 Bahia)
Morreu nesta quarta-feira (25), aos 51 anos, Maria Lúcia Pereira, líder do Movimento de População de Rua da Bahia (MNPR-BA). A informação foi confirmada pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social do Estado da Bahia (SJDHDS), que através de nota lamentou o ocorrido.
“Mulher negra, desafiadora e ícone de resistência, Lúcia sempre acreditou na capacidade das pessoas em alcançar seus sonhos e lutou para dar mais dignidade à vida das pessoas em situação de rua. Grande parte das pessoas assistidas pela iniciativa em Salvador e em Feira de Santana também fazem parte do Movimento e possuem afeto e inspiração pela liderança. Sempre disposta a defender os direitos da população de rua, Maria Lúcia colocava as suas opiniões de forma precisa e lutou para contribuir na melhoria dos serviços públicos para aqueles que mais precisam”, diz a nota.
Ainda não há informações sobre as circunstãncias da morte de Maria Lúcia. O velorio será realizado às 10h de quinta-feira (26), na Sede do Movimento Nacional População de Rua, no Pelourinho, e o enterro acontece às 16h, no cemitério Campo Santo.

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do Projeto Força Feminina – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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